segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Salão Estadual de Turismo 2013 - acontecerá de 22 a 24 de Novembro em Niterói

Informativo da Secretaria de Estado de Turismo do Rio de Janeiro

 
Salão Estadual de Turismo 2013 vai reunir negócios, conhecimento, gastronomia, moda e cultura em um dos cenários mais celebrados do mundo.


O Estado do Rio de Janeiro dá uma mostra de seus encantos, apresentando no Salão Estadual de Turismo 2013 o melhor dos atrativos turísticos, oportunidades de negócios, conhecimento sobre o setor, produção cultural, moda e gastronomia do interior fluminense. O evento acontece nos dias 22, 23 e 24 de novembro em uma área de 10 mil metros quadrados, localizada em um dos cartões postais mais famosos do mundo: o Caminho Niemeyer, em Niterói.
 
Além de possibilitar que milhares de pessoas conheçam os atrativos e produtos turísticos do estado - que incluem desde os destinos mais badalados aos mais novos roteiros do turismo cultural, ecológico, religioso, de aventura, náutico, esportivo e rural - o Salão Estadual de Turismo proporcionará ao público a 

experiência de conhecer os requintes do artesanato, a tradição folclórica e contemporânea das produções culturais e a gastronomia típica dos 92 municípios do estado.
Na programação, aberta ao público e totalmente gratuita, o visitante ainda encontrará exposição de carros antigos, estande de aventura com escaladas, passeios de saveiro pela Baia de Guanabara e  visitas guiadas por todo o Caminho Niemeyer e outros roteiros locais, além de shows e muitas
atrações musicais e artísticas.
 
 



 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

CARAS DO BRASIL

Título Caras do Brasil

Programa Caras do Brasil

O Programa Caras do Brasil introduziu nas prateleiras dos supermercados produtos elaborados por grupos e organizações que defendem o meio ambiente e lutam contra os problemas sociais. Alimentos e peças artesanais de todo o Brasil são levados aos grandes centros consumidores, numa forma de valorização da nossa rica cultura local. A iniciativa é um passo no fortalecimento do desenvolvimento sustentável do país, promovendo o crescimento econômico com a premissa de gerar riqueza a populações menos favorecidas e difundir o uso de produtos ecológicos, além de possibilitar que estes fornecedores possam se aprimorar, profissionalizando sua produção.
Por meio do Programa Caras do Brasil, o GPA deve supri um dos principais problemas de organizações civis que possuem atividade produtiva, a comercialização. Ao servir de ponte para a comercialização dos produtos elaborados por pequenas organizações, o GPA espera que ações importantes recebam a atenção de governos e organismos nacionais e internacionais. Além disso, o Grupo vai compartilhar informações para que cada agente envolvido possa contribuir com sua área de excelência.
Os principais beneficiários serão os pequenos produtores, porém empresas melhor organizadas e estabelecidas poderão participar do Programa, desde que respeitados os limites de fornecimento de seus produtos e tendo como base a capacidade produtiva dos projetos comunitários, de acordo com o critérios do GPA / Programa Caras do Brasil.
Missão do Caras do Brasil
Comercializar produtos sustentáveis, elaborados por pequenas organizações que se beneficiam do acesso a grandes mercados como ferramenta para seu desenvolvimento pessoal, organizacional, produtivo e comercial, construindo maior capacidade para enfrentar os desafios da geração de renda, do desenvolvimento social e da conservação ambiental.
Objetivos
- Contribuir para o desenvolvimento das organizações fornecedora, disponibilizando o conhecimento em varejo do GPA, com condições comerciais especiais.
- Oferecer aos clientes do GPA produtos sustentáveis, com valores socioambientais agregados à sua utilidade, incentivando a prática do consumo consciente.
Valores Caras do Brasil
Sociais
  • Inclusão social
  • Valorização da cultura brasileira;
  • Fixação das pessoas em seus locais de origem;
  • Rejeição ao trabalho escravo e/ou infantil;
  • Repúdio a qualquer tipo de discriminação.
Econômicos
  • Respeito às características e capacidade produtiva dos fornecedores;
  • Eliminação de intermediários (atravessadores);
  • Geração de renda.
Ambientais
  • Canal de venda para produtos sustentáveis;
  • Uso sustentável da biodiversidade;
  • Estímulo à preservação do meio ambiente;
  • Estímulo à reciclagem.

FUMEL


A Fumel iniciou suas atividades com sua própria produção de banana, com o passar do tempo e com o aumento da demanda foi necessário se dedicar apenas ao beneficiamento, selando parcerias com agricultores familiares da região, a maioria em dificuldades financeiras por falta de estrutura para comercializar seus produtos.A Fumel buscou agricultores de outras regiões do estado do Rio de Janeiro e desenvolveu parcerias também com agroindústrias e associações de produtores Atualmente cerca de trinta famílias são beneficiadas.
www.fumel.com.br
“A nossa aprendizagem é constante, principalmente na estrutura do atendimento tecnológico e logístico. Ao iniciar no Programa Caras do Brasil, tínhamos 3 produtos na linha (Banana Passa, Bala de Banana, Goiabinha com Banana todos sem adição de açúcar), hoje em dia por causa da estabilidade na compra da produção foram lançados outros . Com o programa Caras do Brasil é possível programar investimentos na produção e colocar os produtos nas prateleiras de outras cidades. Atualmente o Grupo Pão de Açúcar é a maior referência para divulgação dos produtos.
Nelson Guimarães – Gestor

Origem

CACHOEIRAS DE MACACU/RJ

Produtos deste fornecedor

Bala de Banana com Goiaba Zero

Bala de Banana com Abacaxi Zero

Bala de Banana Passa Zero

Bala da Bananada Natural Zero

Bananada natural 250g Zero

Bananada com Abacaxi Zero

Goiabinha com Banana Zero

Banana Passa 200g

Açúcar Mascavo 500g







http://www.carasdobrasil.com.br/fumel/

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

“PRODUZIDO NO RIO DE JANEIRO”

AGRICULTURA E PECUÁRIA

SELO "PRODUZIDO NO RJ" VAI IDENTIFICAR PRODUÇÃO DA AGROINDÚSTRIA NO ESTADO

Marca vai divulgar e valorizar os produtos de origens animal e vegetal fluminenses


A produção da agroindústria do Rio de Janeiro conta a partir de hoje com uma marca de identificação, que permitirá ao consumidor conhecer e valorizar o que é produzido no estado. O selo "Produzido no RJ" foi lançado nesta sexta-feira (16/08), pelo secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, na abertura do evento Rio Gastronomia, no Joquei Clube, no Rio de Janeiro.
Selo RJ 
Segundo ele, o selo RJ representa todo o agregado de uma agricultura e pecuária modernas com o apoio público.

- O consumidor precisa conhecer o valor de ter um produto produzido aqui, seguro para consumo e que ao mesmo tempo gera milhares de oportunidades de trabalho para a agricultura familiar no estado - frisou.

Christino Áureo acrescentou que, como a França e outros países europeus que não dispõem de grandes territórios, a vocação do Rio de Janeiro não está no volume e sim na produção qualificada.

Conheça a Resolução SEAPEC nº 45, de 16/08/2013, que regulamenta a utilização do Selo.  




GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE AGRICULTURA E PECUÁRIA
ATO DO SECRETÁRIO RESOLUÇÃO SEAPEC Nº 45 DE 16 DE AGOSTO DE 2013
ESTABELECE CRITÉRIOS PARA UTILIZAÇÃO DO SELO “PRODUZIDO NO RIO DE JANEIRO”.


O SECRETÁRIO DE ESTADO DE AGRICULTURA E PECUÁRIA, no uso de suas atribuições
legais, tendo em vista o que consta do processo administrativo nº E-02/001/002929/ 2013,

R E S O L V E:
Art. 1º - O selo "Produzido no Rio de Janeiro", nos padrões estabelecidos no anexo único, tem por objetivo a identificação geográfica do estado onde ocorreu a produção, processamento ou beneficiamento de produtos de origem animal ou vegetal.

Art. 2º - A utilização do selo tem caráter voluntário, devendo sua utilização ser previamente autorizada pela SEAPEC, através de solicitação formal do interessado.

Art. 3º - A autorização de que trata o artigo anterior, fica condicionada à aprovação de requerimento a Coordenadoria de Controle de Produtos Agropecuários Industrializados, da Superintendência de Defesa Agropecuária da SEAPEC.

Parágrafo único - Os interessados deverão apresentar com o requerimento, os seguintes documentos:

a) cópia do Certificado de Registro do Produto junto ao órgão competente, responsável pelo Controle de Qualidade do produto;

b) declaração de autorização para inclusão do selo "Produzido no Rio de Janeiro" emitida pelo órgão competente, onde o produto encontra-se registrado; e

c) croqui do rótulo, por produto, com a apresentação do selo no layout, obedecendo aos parâmetros mínimos de tamanho e padrão de cores estabelecidos no Anexo Único da presente Resolução.

Art. 4º - Os interessados que possuam registro no SIE-RJ deverão estar livres de pendências documentais e/ou estruturais, bem como adimplentes com suas obrigações junto à Coordenadoria de Controle de Produtos Agropecuários Industrializados, da Superintendência de Defesa Agropecuária da SEAPEC.

Art. 5º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2013
CHRISTINO ÁUREO DA SILVA
Secretário de Estado de Agricultura e Pecuária
ANEXO ÚNICO


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

FRUTIFICAR BENEFICIA PRODUÇÃO DE MORANGO EM NOVA FRIBURGO

AGRICULTURA

20/09/2013 - 19:58h - Atualizado em 20/09/2013 - 20:06h 
Programa distribuiu recursos para reconstruir áreas rurais na Região Serrana

Em Nova Friburgo, na Região Serrana, o morango é produzido em larga escala, abastecendo a cidade e Teresópolis. O presidente da Associação dos Produtores de Morango de Friburgo, Fernando Lima Hottz, começou a produção na década de 70, quando trabalhava com seu pai, e hoje em dia distribui toneladas da fruta semanalmente para diversos estabelecimentos.

Depois das fortes chuvas que atingiram a região em 2011, Fernando Hottz passou a contar com a ajuda do programa Frutificar, da Secretaria de Agricultura, para retornar ao mercado produtor.

– Perdemos quase 50 mil morangos, mas tivemos o apoio do Frutificar e voltamos a produzir – disse o produtor.

Assim como Fernando, todos os agricultores familiares da região que foram prejudicados pela chuva contaram com aporte financeiro do programa Frutificar, que destinou mais de R$ 270 mil a trabalhadores rurais, por meio do Rio Rural, também da Secretaria de Agricultura. Os recursos foram usados na reconstrução das áreas rurais atingidas e para a compra de máquinas e equipamentos para recuperar a infraestrutura de produção na região.


IMPRENSA RJ

terça-feira, 17 de setembro de 2013

“7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro”

APRORIO sendo representada pelos Produtores Rurais:
Votem em nós!


“A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.

A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estado.



Mel de Teresópolis

O Mel de Teresópolis foi criado em 2000, pelo casal Adriano Azevedo e Lúcia Helena Münch, com a implantação de apiários em fazendas-parceiras no município de Teresópolis. Na gama de produtos, além do mel de diferentes floradas, como assa-peixe, silvestre, laranjeira, eucalipto e morrão de candeia, há também própolis, geleia real e outros derivados. Muito mais que uma agroindústria familiar, a empresa assume o projeto de preservação ambiental, consciência ecológica e divulgar a filosofia da apicultura e importância para os ecossistemas.
Serviço:
Mel de Teresópolis
Tel:
(21) 2741-3313
meldeteresopolis.com
Localidade: Teresópolis
http://www.projetomaravilhas.com.br/finalistas/mel-de-teresopolis

Orgânicos do Sítio Cultivar

-A +A
A 12 quilômetros do centro de Nova Friburgo, em Vargem Alta, o Sítio Cultivar é mais um espaço rural do Estado do Rio que se preocupa e produz alimentos orgânicos, além de belos ovos caipira (são cerca de 150 galinhas poedeiras). Localizado numa área cercada por mata nativa e ainda preservada, o Cultivar segue os preceitos da alimentação natural, livre de qualquer elemento químico.
Jovelina Fonseca e Luiz Paulo Ribeiro fizeram o caminho inverso. De consumidores passaram a agricultores. Saíram da cidade e foram para o campo em busca de produzir alimentos livres de agrotóxicos. “Percebi o quanto o agricultor é prejudicado com o sistema agrícola baseado em fertilizantes e adubos químicos”, explica Jovelina, de 65 anos. Ela lembra que na década de 80  a ideia de uma agricultura orgânica e natural estava florescendo.  Foi então, que escolheram Nova Friburgo para iniciar uma produção sustentável em 1992, ano em que foi realizada a primeira conferência internacional sobre Meio Ambiente, no Rio de Janeiro.
Jovelina é estatística, aposentada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e Luiz é professor de química, aposentado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao se aposentarem, partiram para o campo. A simpatia com que dona Jô, assim carinhosamente chamada, recebe as pessoas interessadas em conhecer a produção deixa a todos encantados. São 40 quarenta (20 por safra) variedades de orgânicos plantadas em boa parte dos 48 hectares da área. A gama de produtos é grande e vai desde tomates, cenouras (inclusive a baby), cebolas e beterrabas a rúculas, salsas, alfaces e brócolis. Morangos também. A filha Carolina Ribeiro ajuda o casal no sítio e está se especializando em agricultura biodinâmica.
Um fato curioso, contado por Jô,  é que alguns deles demoram apenas 15 dias para estarem prontas para o consumo, como é o caso da rúcula. Outros chegam a seis meses, como o tomate, a cebola e o alho. O grande diferencial do sítio – nisto reserva-se a curtição em visitá-lo – é o fato de dona Jô tratar o lugar como uma escola de educação ambiental ao ar livre.
“Nossa experiência mostra que é possível vencer o desafio de produzir alimentos orgânicos em escala comercial, sem agredir o meio ambiente”, destaca Jovelina.
Logo na entrada, dona Jô construiu o que chamou de “labirinto dos orgânicos”, em que os visitantes acompanham passo a passo as etapas de crescimento de vários produtos e onde eles podem até colher as plantinhas. Com isso, ela pretende fazer com que as pessoas conheçam melhor como funciona um processo de plantação de legumes e verduras. “Muitas crianças vêm aqui e ficam maravilhadas com a riqueza de cores, formas e sabores. Algumas chegam a ficar com os olhos brilhando quando conseguem colher um nabo, uma cenoura. É gratificante ver isso”, diz.
O Cultivar é um lugar maravilhoso para qualquer visitante que esteja interessado em entrar em contato com a natureza ou com o cultivo saudável, além de passar um bom tempo numa das mais bonitas regiões do estado. O visitante tem a certeza de que é possível preservar e, ainda assim, colher bons frutos.
A produção só pode se encontrada nos supermercados de Nova Friburgo ou na Feira da Praça do Suspiro, aos sábados, das 7h ao meio dia.“Essa cidade entendeu o nosso trabalho, consome os nossos produtos e é muito generosa com a gente”, diz orgulhosa.
Visite o blog do Sítio Cultivar.
Localidade: Nova Friburgo
http://www.projetomaravilhas.com.br/finalistas/organicos-do-sitio-cultivar
 
 

“A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.

A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estad
- See more at: http://www.projetomaravilhas.com.br/o-concurso/apresentacao#sthash.yOGjGz6E.dpuf
“A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.
A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estad
A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.

A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estado.
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Massimo Montanari, historiador italiano.

A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estado.
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Produtor de Teresópolis adere ao selo ‘Produzido no Rio’

Postado em 21 agosto 2013. Tags: , , ,

Identificação foi criada com objetivo de valorizar produtos fluminenses

Os produtos de origem animal e vegetal do estado do Rio de Janeiro vão receber um selo de identificação de sua origem. A iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, pretende valorizar a produção fluminense divulgando aos consumidores a diversidade de itens comercializados. O selo “Produzido no RJ” foi lançado durante evento gastronômico no Rio de Janeiro, com a participação de produtores rurais de todas as regiões do estado, que participaram também de uma Rodada de Negócios com proprietários de restaurantes e de lojas dedicadas à gastronomia. A rica produção das agroindústrias familiares fluminenses também poderá ser vista na Feira de Sabores, uma novidade na edição do evento Rio Gastronomia deste ano.
Com produção média mensal de três mil quilos de mel, o apiário Serras Verdejantes criou uma linha de derivados da matéria prima

Apostando na ideia

 O empresário Adriano Rodrigues de Azevedo resolveu apostar na ideia e trouxe o selo para a sua marca, o ‘Mel Teresópolis’. Dono de um apiário na localidade de Pessegueiros, no 2º Distrito de Teresópolis, ele disse que sempre contou com a parceria do Governo do Estado. “A parceria do Estado sempre esteve presente, desde que nós iniciamos as atividades em Teresópolis. Essa ligação do município com o estado e do estado com o governo federal é interessante para que possa haver maior amplitude no trabalho da agricultura familiar, que é menos agressivo na questão ambiental”, avalia.
O empresário, que participou do lançamento do Selo no Rio, é responsável por uma produção aproximada de três mil quilos de mel por mês. Ele diz que o selo vai mostrar ao Brasil e á população fluminense que o estado produz mercadorias de qualidade. “Poucas pessoas sabem que o Estado do Rio produz muitos produtos que estão sendo vendidos e que tem qualidade. É importantíssimo que seja divulgado”, declara. “Muitos estados fornecem produtos para o Rio de Janeiro, quando nós aqui do estado produzimos de igual ou até melhor qualidade, como mel, queijos de cabra, embutidos e laticínios em geral”, detalha.
Para Adriano Azevedo, o selo vai mostrar que o Estado do Rio pode oferecer produtos de qualidade para todo o país

Conservação ambiental

O Apiário Serras Verdejantes, que produz o Mel Teresópolis e seus produtos derivados conta com seis funcionários e ainda é responsável por outros dez empregos indiretos. Fazendas e propriedades parceiras contribuem para a produção da matéria prima, contando com apoio técnico dos profissionais do apiário, que fazem a remoção do enxame para os pontos de produção.
Na avaliação de Adriano, o selo também é um incentivador da conservação ambiental. “Esse selo do Rio vem ao encontro desse anseio, desses produtores de desenvolver por um lado a produção e por outro, de associar a questão ecológica à sua produção, preservando esses ambientes, fazendas modelo, sítios para visitação, onde a natureza, tão constante no Estado do Rio, continua sendo mantida e não degradada”.
Satisfeito em levar o Selo do Rio na sua linha de produtos, Adriano recomenda que outros empresários também busquem a marca. Para ele, a iniciativa do Estado é louvável. “Sem dúvida e vejo que ela já chega atrasada, porque essas agroindústrias já tem dez, quinze anos, outras muito mais antigas ainda, fornecendo, produzindo com qualidade, empregando pessoas, preservando as vezes áreas na sua produção. A marca ‘Rio’ hoje é internacional e trazer esse nome para os produtos do estado é perfeito”, avalia.

Secretaria de Agricultura

Para a utilização do selo, o produtor deve entrar em contato com a secretaria de Agricultura e apresentar requerimento e documentos de certificado de registro do produto junto ao órgão competente responsável pelo controle de qualidade. Mais informações serão disponibilizadas em breve no site da secretaria. Dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail faleconosco@agricultura.rj.gov.br.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Delícias da agroindústria familiar são atrações no Rio Gastronomia 2013

Proposta da Feira dos Sabores é colocar o produtor rural  como protagonista das atividades
Proposta da Feira dos Sabores é colocar o produtor rural como protagonista das atividades
A qualidade e diversidade da produção de agroindústrias familiares fluminenses poderão ser conhecidas neste final de semana por cariocas e turistas que visitarem o Rio Gastronomia 2013, de 16 a 18, no Jóquei Club, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, promovido pelo Globo.

Doces, geleias, mel, queijos, cachaças, água de coco, derivados de leite de cabra, palmito orgânico e embutidos são alguns dos produtos de agroindústrias incentivadas pelo programa Prosperar, da secretaria estadual de Agricultura, apresentados na Feira de Sabores, uma novidade na edição deste ano do evento.

De acordo com os organizadores, além de incentivar os negócios no estado, a proposta da Feira dos Sabores é colocar o produtor rural  como protagonista das atividades e do cenário gastronômico do Rio.

Outra aposta do evento é na aproximação dos vários personagens que participam da produção de alimentos. Nas manhãs dos dias 16 e 17, rodadas de negócios vão reunir produtores e proprietários de restaurantes e lojas dedicadas à gastronomia.
Para o secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, a oportunidade de conectar o avanço significativo da gastronomia mais qualificada com os demais elos da cadeia de suprimento é imperdível.

“A agricultura e a agroindústria familiar do estado vem se firmando pelo padrão de qualidade e por apresentar como diferencial sua convivência harmoniosa com o meio ambiente. Por isso, acreditamos que a marca Rio de Janeiro associada à sustentabilidade vai se tornar cada vez mais perceptível para os consumidores trazendo ganhos para todos”, frisou.
O Rio Gastronomia é uma realização do Globo com apresentação da Riotur, patrocínio CEG e Sebrae, apoio do Governo do Estado e Senac e parceria do SindRio -Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes.








http://www.rj.gov.br/web/imprensa/exibeconteudo?article-id=1718548

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Cardápio variado leva 16 mil pessoas ao Circuito Rio Gastronomia

Renata Monti (Email · Facebook · Twitter)

Juliana Alcantara (Email · Facebook · Twitter)
Juliana Prado (Email · Facebook · Twitter)
Publicado: 19/08/13 - 9h00

Cerca de 16 mil pessoas passaram pelo Circuito Rio Gastronomia no fim de semana
Foto: Adriana Lorete/O Globo










Cerca de 16 mil pessoas passaram pelo Circuito Rio Gastronomia no fim de semana
ADRIANA LORETE/O GLOBO

RIO - Durante três dias, cerca de 16 mil pessoas foram ao Jockey Club Brasileiro, na Gávea, para conferir as delícias do Circuito Rio Gastronomia, que ofereceu aulas com chefs bacanas e shows gratuitos, além de contar com venda de produtos orgânicos na Feira do Sabores e quiosques de bares e restaurantes.


No domingo, a programação começou com uma atividade infantil. Dois mesões foram montados para que a criançada pudesse aprender a fazer pizza com o pizzaiolo Gennaro Cannone, do Alessandro e Frederico.


— É muito bom participar de aula tão educativa e instrutiva para crianças — elogiou a médica Ana Lúcia Laranjeira, que levou o filho Bento, de 3 anos.

Para os adultos, um dos destaques foi a oficina do francês Christophe Lidy, que preparou blanquete de vitela com minilegumes, prato tradicional na França, mas que aqui ganhou técnicas modernas de cozimento.

Outro mestre que dividiu seus segredos com o público — que se deliciava com provinhas após as aulas — foi o italiano Danio Braga, que ensinou o preparo de um salteado de lula com laranja.

Já o chef Marco Espinoza, do Lima Restobar (vencedor do prêmio melhor novidade deste ano), ensinou pratos típicos peruanos, como a causa la oliva, tiradito com lombo de atum e leite de tigre (base para ceviches e tiraditos). Em seguida, Dalton Rangel, chef e apresentador do programa “Homens Gourmet”, preparou nhoque com queijo de cabra.

A tradicional feijoada de domingo também teve vez. No Caminhão Show, ela ganhou um toque contemporâneo na versão de Gisela Abrantes e Fabiane Alheira, com pimenta em gel e gelatina de vodca.

— Um prato tradicional pode utilizar técnicas modernas de cozimento e outras texturas, temperos — explicou Gisela, que coordena o departamento de pesquisa e inovação na cozinha no Senac.

Se no Jockey o prato ganhou uma versão moderninha, em Padre Miguel e em Nilópolis imperou a tradição. Mocidade Independente e Beija-Flor foram as duas últimas escolas do Grupo Especial a serem visitadas pelos jurados do concurso Feijoada Nota 10. Na verde e branco, mil pessoas provaram do tempero do chef Tiago Castro, entre elas os jurados, os chefs Damien Montecer, David Mansaud, Frédéric De Maeyer e o ator Helio de la Peña. Já o feijão da azul e branco, a cargo de Tia Débora, foi julgado pelos chefs Ludmila Soeiro, Bianca Lopes e Pedro de Artagão. A escola vencedora será anunciada no domingo, dia 25, numa festa para convidados que encerra o Rio Gastronomia.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio-gastronomia-2013/cardapio-variado-leva-16-mil-pessoas-ao-circuito-rio-gastronomia-9604567#ixzz2cSdEZorZ

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Secretário Estadual de Agricultura abre rodada de negócios do Rio Gastronomia e lança Selo RJ

Produtores de todo o estado reúnem-se no Jockey para negociar diretamente com os empresários e compradores do restaurantes que participam do festival

Beatriz Inhudes (Email)
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Produtores de todo o estado reuniram-se no Jockey para negociar diretamente com os empresários e compradores do restaurantes que participam do festival
Foto: Adriana Lorete / O Globo




Produtores de todo o estado reuniram-se no Jockey para negociar diretamente com os empresários e compradores do restaurantes que participam do festival Adriana Lorete / O Globo
RIO – Rumo à ambiciosa proposta de colocar o produtor rural no papel de protagonista das atividades econômicas e do cenário de produção de alimentos, contribuindo, inclusive, para a fomentação de seu negócio, o Rio Gastronomia iniciou na manhã desta sexta-feira, dia 21, uma Rodada de Negócios. A ação, paralela ao festival, acontece no Jockey Club até sábado e coloca frente a frente produtores de todo o estado e empresários e compradores dos restaurantes participantes. A ideia é incentivar o contato e a compra diretos, a fim de garantir bons negócios e maiores lucros. O secretário de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, Christino Áureo, fez a abertura da rodada e lançou o Selo RJ, concedido a produtores do interior do estado.
De acordo com Áureo, o selo cria para o estado uma referência de qualidade.
— Hoje, o Rio está para o Brasil como a França está para o mundo. Temos uma área restrita que busca qualidade e diferenciação. É isso que o Selo RJ mostra, produtos de qualidade, diferenciados e sustentáveis. Expressa para o consumidor todo o conteúdo de produção artesanal, familiar e até mesmo de larga escala. Estamos acompanhando as cadeias produtivas e sabemos que o consumidor também busca a sustentabilidade — disse.
O secretário afirmou que, até 2018, serão investidos cerca de R$ 280 milhões na agricultura em todo o estado, sendo R$ 140 milhões vindos do Banco Mundial e a outra metade, do governo estadual. Os recursos serão alocados em todas as esferas da produção, da infraestrutura nas estradas até as obras de saneamento dentro da própria casa do agricultor, passando por recuperação ambiental. Segundo Áureo, o investimento ficará em torno de R$ 6 mil a R$ 36 mil por produtor, dependendo do tamanho do seu negócio.
— Qualifico o Rio Gastronomia como o evento de maior abrangência no Brasil. É de longe o melhor. Agora, além de atingir o grande público, voltou seus olhos para a produção. O valor disso é inestimável — ressaltou o secretário.
O produtor Fábio Lewin, de Cachoeiras de Macacu, comemorava os bons negócios. Ainda no início da rodada, já havia fechado quatro vendas.
— É um evento fantástico. Reunir tantos possíveis clientes em um único espaço nos dá possibilidades muito maiores e melhores. Além disso, ainda há a divulgação de nossos produtos em um evento grande, como o Rio Gastronomia — comemorava.
José Eurípedes veio de Bom Jardim e também estava com perspectivas positivas para as vendas de seus embutidos de carne suína.
— A oportunidade de contato direto com os compradores é excelente para nós, produtores.
O chef Jan Santos, do Entretapas, fez questão de acompanhar a Rodada de Negócios ao lado do comprador do restaurante.
— Para mim, o contato direto com os agricultores é uma das coisas mais importantes, pois queremos isso, encurtar a cadeia, o caminho que o alimento percorre até chegar à mesa do consumidor.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio-gastronomia-2013/secretario-estadual-de-agricultura-abre-rodada-de-negocios-do-rio-gastronomia-lanca-selo-rj-9580473#ixzz2cRCydo10

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Circuito Rio Gastronomia 2013 - AproRio estará presente!

Venham nos visitar! Sintam as maravilhas que nosso Estado tem.  

Circuito Rio Show de Gastronomia

Para fechar com chave de ouro, de 25 a 28 de agosto, será realizada a oitava edição do tradicional Circuito Rio Show de Gastronomia, no MAM.  O Circuito é aberto ao público e oferece diversas atividades gratuitas. Entre as ações, aulas e oficinas com grandes chefs da cidade, shows, área de convivência com filiais de restaurantes premiados, além do Prêmio Rio Show de Gastronomia, que acontecerá no primeiro dia do evento, só para convidados. Os vencedores do Prêmio serão revelados em uma revista especial, encartada no Globo, com matérias sobre os jurados e todos os indicados.



Rio Gastronomia 2013 :: Gastronomia :: Guia Rio Show :: O Globo

Venha nos visitar, estaremos esperando por você.

Sinopse

Mais de 400 restaurantes com menu especial, aulas com chefs renomados, degustações de quitutes de todo o Brasil, passeios guiados, shows, filmes. A receita de sucesso do Rio Gastronomia — uma realização do GLOBO com apresentação da Riotur, patrocínio master da CEG e do Sebrae, apoio do governo do estado e do Senac e parceria do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) — tem ingredientes de sobra para deixar a cidade ainda mais gostosa. A terceira edição da festa da boa mesa acontece de 15 a 25 de agosto com dezenas de atividades gratuitas e já tem um site especial.

O abre-alas desta celebração gastronômica acontece no dia 15 de agosto, numa festa para convidados, no Jockey, quando serão conhecidos os vencedores do Prêmio Rio Show de Gastronomia, que elege os melhores restaurantes e profissionais da cidade. Ali mesmo, no Jockey, acontece em seguida o Circuito Rio Gastronomia, que, de 16 a 18 de agosto, terá aulas, degustações e uma área de convivência com quiosques de restaurantes premiados, além de shows de Rodrigo Santos, Jesuton e Moyses Marques.

O QG do evento é o Jockey, mas há atrações por todo canto: entre 19 e 25 de agosto, o Caminhão Cozinha Show, uma das meninas dos olhos do Rio Gastronomia, vai rodar a cidade levando a bordo chefs bacanas, entre eles Rolland Villard, Frederic Monnier, Roberta Ciasca, Thomas Troisgros e José Hugo Celidônio, para aulas em lugares como Parque Madureira, Praça Quinze, Praça Saens Peña e Parque dos Patins; no Pelas Ruas do Brasil, ecochefs irão servir, a preços populares, iguarias típicas de várias regiões do país em cinco pontos da cidade; a premiação do concurso Feijoada Nota 10 será no dia 25 de agosto, na festa para convidados que encerra o Rio Gastronomia, no Jockey, embalada por Mart’nália; o Cinema com Gosto exibirá quatro filmes ligados à gastronomia na Casa de Cultura Laura Alvim. Já o Arte de Rua levará obras de artistas plásticos à Lagoa e ao Parque Madureira.

Entre as novidades deste ano, estão ainda a Feira de Sabores, o Banquete na Roça e o Piquenique de Ideias. A primeira vai levar para o Jockey produtos de várias regiões do Estado, como doces, cachaças e queijos. Além disso, haverá rodadas de negócios entre produtores e donos de estabelecimentos. Já o Banquete na Roça promove um almoço na sede da Associação Agroprata, em Campo Grande, junto a uma plantação de orgânicos. Tudo com o mesmo conceito: aproximar produtor e consumidor final. E o Piquenique de Ideias fará uma simpática dobradinha com o Café na Feira, promovendo um bate-papo entre chefs, produtores e consumidores.

Para ajudar o carioca a saborear o melhor da festa, a relação de restaurantes e bares que criarão menu especial estará disponível durante o evento no site e também no Guia Rio Show de Gastronomia, que será distribuído para assinantes no dia 16 de agosto. O GLOBO prepara também o Guia de Botequins, com edição bilíngue, distribuído em hotéis.

Rio Gastronomia 2013 :: Gastronomia :: Guia Rio Show :: O Globo

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Mudança de regra facilita venda de queijo de leite cru entre Estados

06/08/2013 - 16h52

Mudança de regra facilita venda de queijo de leite cru entre Estados

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PAULO PEIXOTO
DE BELO HORIZONTE
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Uma nova regra do Ministério da Agricultura que entrou em vigor nesta terça-feira (6) mudou as normas de produção do queijo de leite cru, o que vai facilitar o comércio desses produtos artesanais entre diferentes Estados.
A mudança, feita por meio de uma instrução normativa assinada nesta terça (6) pelo ministro Antônio Andrade, foi muito comemorada pelos produtores dos famosos queijos artesanais de Minas.
Reprodução
Variedade de queijos de leite cru em fazenda de Cambuí, em Minas
Variedade de queijos de leite cru em fazenda de Cambuí, em Minas
A partir de agora, eles e outros produtores do queijo produzido com leite não pasteurizado --caso do queijo coalho, no Nordeste-- terão mais condição de vender seus produtos fora do Estado de origem da produção. Anteriormente, diziam produtores, as regras existentes impossibilitavam a venda para outros Estados.
João Carlos Leite, que preside a associação dos produtores do queijo da serra da Canastra, disse que os produtores consideravam as exigências anteriores "sem cabimento", porque tratavam os produtores artesanais, muitos da agricultura familiar, como grandes criadores de gado.
Porém, todos os produtores artesanais terão que cumprir regras sanitárias e de produção determinadas por cada um dos Estados. Essas regras precisam ser chanceladas pelo governo federal. Minas foi o primeiro Estado a ter essas normas aprovadas, em abril.

MUDANÇA
Eles não terão que apresentar mais, por exemplo, certificação para mostrar que o rebanho está livre de brucelose e tuberculose e análises mensais da qualidade do leite produzido, como é exigido pela fiscalização nacional aos grandes produtores de gado.
Como os produtores artesanais de queijo têm somente algumas vacas, eles terão que adotar outros procedimentos sanitários, como obter laudos de um médico veterinário e fazer análises periódicas do leite em laboratórios credenciados pelo governo.
Para circular entre Estados, um produto precisava obter o selo do SIF (Serviço de Inspeção Federal). Pelo acordo, os Estados agora vão fiscalizar e liberar o produto com o selo do Sisbi/POA (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal).
Cabe a cada um dos Estados determinar as suas regras sanitárias e de fiscalização. No caso de Minas, por exemplo, a maturação dos queijos artesanais vai variar de 17 a 22 dias, dependendo da regiões produtora (Canastra, Serro, Araxá, Cerrado e Campo das Vertentes).
O processo de maturação é fundamental para eliminar as bactérias que podem ser nocivas à saúde. Nas novas regras, exames técnico-científicos serão feitos com mais frequência para determinar esse tempo, considerando uma série de fatores, como o tipo de água usada.
A solenidade de assinatura da nova regra, em Belo Horizonte, teve a presença do governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), e do ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio).
Pimentel disse que a mudança na regra corrige uma distorção, porque o Brasil permitia que os queijos artesanais europeus, como os famosos franceses e suíços, feitos também a partir do leite cru, fossem importados livremente, enquanto os nacionais tinham dificuldade para circular entre Estados.
--
Raul Bittencourt Pedreira

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AproRio:
Fazenda Boa Fé
http://agriculturafamiliarnoestadodorio.blogspot.com.br/2010/03/dezoito.html