segunda-feira, 28 de outubro de 2013

“PRODUZIDO NO RIO DE JANEIRO”

AGRICULTURA E PECUÁRIA

SELO "PRODUZIDO NO RJ" VAI IDENTIFICAR PRODUÇÃO DA AGROINDÚSTRIA NO ESTADO

Marca vai divulgar e valorizar os produtos de origens animal e vegetal fluminenses


A produção da agroindústria do Rio de Janeiro conta a partir de hoje com uma marca de identificação, que permitirá ao consumidor conhecer e valorizar o que é produzido no estado. O selo "Produzido no RJ" foi lançado nesta sexta-feira (16/08), pelo secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, na abertura do evento Rio Gastronomia, no Joquei Clube, no Rio de Janeiro.
Selo RJ 
Segundo ele, o selo RJ representa todo o agregado de uma agricultura e pecuária modernas com o apoio público.

- O consumidor precisa conhecer o valor de ter um produto produzido aqui, seguro para consumo e que ao mesmo tempo gera milhares de oportunidades de trabalho para a agricultura familiar no estado - frisou.

Christino Áureo acrescentou que, como a França e outros países europeus que não dispõem de grandes territórios, a vocação do Rio de Janeiro não está no volume e sim na produção qualificada.

Conheça a Resolução SEAPEC nº 45, de 16/08/2013, que regulamenta a utilização do Selo.  




GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE AGRICULTURA E PECUÁRIA
ATO DO SECRETÁRIO RESOLUÇÃO SEAPEC Nº 45 DE 16 DE AGOSTO DE 2013
ESTABELECE CRITÉRIOS PARA UTILIZAÇÃO DO SELO “PRODUZIDO NO RIO DE JANEIRO”.


O SECRETÁRIO DE ESTADO DE AGRICULTURA E PECUÁRIA, no uso de suas atribuições
legais, tendo em vista o que consta do processo administrativo nº E-02/001/002929/ 2013,

R E S O L V E:
Art. 1º - O selo "Produzido no Rio de Janeiro", nos padrões estabelecidos no anexo único, tem por objetivo a identificação geográfica do estado onde ocorreu a produção, processamento ou beneficiamento de produtos de origem animal ou vegetal.

Art. 2º - A utilização do selo tem caráter voluntário, devendo sua utilização ser previamente autorizada pela SEAPEC, através de solicitação formal do interessado.

Art. 3º - A autorização de que trata o artigo anterior, fica condicionada à aprovação de requerimento a Coordenadoria de Controle de Produtos Agropecuários Industrializados, da Superintendência de Defesa Agropecuária da SEAPEC.

Parágrafo único - Os interessados deverão apresentar com o requerimento, os seguintes documentos:

a) cópia do Certificado de Registro do Produto junto ao órgão competente, responsável pelo Controle de Qualidade do produto;

b) declaração de autorização para inclusão do selo "Produzido no Rio de Janeiro" emitida pelo órgão competente, onde o produto encontra-se registrado; e

c) croqui do rótulo, por produto, com a apresentação do selo no layout, obedecendo aos parâmetros mínimos de tamanho e padrão de cores estabelecidos no Anexo Único da presente Resolução.

Art. 4º - Os interessados que possuam registro no SIE-RJ deverão estar livres de pendências documentais e/ou estruturais, bem como adimplentes com suas obrigações junto à Coordenadoria de Controle de Produtos Agropecuários Industrializados, da Superintendência de Defesa Agropecuária da SEAPEC.

Art. 5º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2013
CHRISTINO ÁUREO DA SILVA
Secretário de Estado de Agricultura e Pecuária
ANEXO ÚNICO


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

FRUTIFICAR BENEFICIA PRODUÇÃO DE MORANGO EM NOVA FRIBURGO

AGRICULTURA

20/09/2013 - 19:58h - Atualizado em 20/09/2013 - 20:06h 
Programa distribuiu recursos para reconstruir áreas rurais na Região Serrana

Em Nova Friburgo, na Região Serrana, o morango é produzido em larga escala, abastecendo a cidade e Teresópolis. O presidente da Associação dos Produtores de Morango de Friburgo, Fernando Lima Hottz, começou a produção na década de 70, quando trabalhava com seu pai, e hoje em dia distribui toneladas da fruta semanalmente para diversos estabelecimentos.

Depois das fortes chuvas que atingiram a região em 2011, Fernando Hottz passou a contar com a ajuda do programa Frutificar, da Secretaria de Agricultura, para retornar ao mercado produtor.

– Perdemos quase 50 mil morangos, mas tivemos o apoio do Frutificar e voltamos a produzir – disse o produtor.

Assim como Fernando, todos os agricultores familiares da região que foram prejudicados pela chuva contaram com aporte financeiro do programa Frutificar, que destinou mais de R$ 270 mil a trabalhadores rurais, por meio do Rio Rural, também da Secretaria de Agricultura. Os recursos foram usados na reconstrução das áreas rurais atingidas e para a compra de máquinas e equipamentos para recuperar a infraestrutura de produção na região.


IMPRENSA RJ

terça-feira, 17 de setembro de 2013

“7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro”

APRORIO sendo representada pelos Produtores Rurais:
Votem em nós!


“A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.

A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estado.



Mel de Teresópolis

O Mel de Teresópolis foi criado em 2000, pelo casal Adriano Azevedo e Lúcia Helena Münch, com a implantação de apiários em fazendas-parceiras no município de Teresópolis. Na gama de produtos, além do mel de diferentes floradas, como assa-peixe, silvestre, laranjeira, eucalipto e morrão de candeia, há também própolis, geleia real e outros derivados. Muito mais que uma agroindústria familiar, a empresa assume o projeto de preservação ambiental, consciência ecológica e divulgar a filosofia da apicultura e importância para os ecossistemas.
Serviço:
Mel de Teresópolis
Tel:
(21) 2741-3313
meldeteresopolis.com
Localidade: Teresópolis
http://www.projetomaravilhas.com.br/finalistas/mel-de-teresopolis

Orgânicos do Sítio Cultivar

-A +A
A 12 quilômetros do centro de Nova Friburgo, em Vargem Alta, o Sítio Cultivar é mais um espaço rural do Estado do Rio que se preocupa e produz alimentos orgânicos, além de belos ovos caipira (são cerca de 150 galinhas poedeiras). Localizado numa área cercada por mata nativa e ainda preservada, o Cultivar segue os preceitos da alimentação natural, livre de qualquer elemento químico.
Jovelina Fonseca e Luiz Paulo Ribeiro fizeram o caminho inverso. De consumidores passaram a agricultores. Saíram da cidade e foram para o campo em busca de produzir alimentos livres de agrotóxicos. “Percebi o quanto o agricultor é prejudicado com o sistema agrícola baseado em fertilizantes e adubos químicos”, explica Jovelina, de 65 anos. Ela lembra que na década de 80  a ideia de uma agricultura orgânica e natural estava florescendo.  Foi então, que escolheram Nova Friburgo para iniciar uma produção sustentável em 1992, ano em que foi realizada a primeira conferência internacional sobre Meio Ambiente, no Rio de Janeiro.
Jovelina é estatística, aposentada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e Luiz é professor de química, aposentado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao se aposentarem, partiram para o campo. A simpatia com que dona Jô, assim carinhosamente chamada, recebe as pessoas interessadas em conhecer a produção deixa a todos encantados. São 40 quarenta (20 por safra) variedades de orgânicos plantadas em boa parte dos 48 hectares da área. A gama de produtos é grande e vai desde tomates, cenouras (inclusive a baby), cebolas e beterrabas a rúculas, salsas, alfaces e brócolis. Morangos também. A filha Carolina Ribeiro ajuda o casal no sítio e está se especializando em agricultura biodinâmica.
Um fato curioso, contado por Jô,  é que alguns deles demoram apenas 15 dias para estarem prontas para o consumo, como é o caso da rúcula. Outros chegam a seis meses, como o tomate, a cebola e o alho. O grande diferencial do sítio – nisto reserva-se a curtição em visitá-lo – é o fato de dona Jô tratar o lugar como uma escola de educação ambiental ao ar livre.
“Nossa experiência mostra que é possível vencer o desafio de produzir alimentos orgânicos em escala comercial, sem agredir o meio ambiente”, destaca Jovelina.
Logo na entrada, dona Jô construiu o que chamou de “labirinto dos orgânicos”, em que os visitantes acompanham passo a passo as etapas de crescimento de vários produtos e onde eles podem até colher as plantinhas. Com isso, ela pretende fazer com que as pessoas conheçam melhor como funciona um processo de plantação de legumes e verduras. “Muitas crianças vêm aqui e ficam maravilhadas com a riqueza de cores, formas e sabores. Algumas chegam a ficar com os olhos brilhando quando conseguem colher um nabo, uma cenoura. É gratificante ver isso”, diz.
O Cultivar é um lugar maravilhoso para qualquer visitante que esteja interessado em entrar em contato com a natureza ou com o cultivo saudável, além de passar um bom tempo numa das mais bonitas regiões do estado. O visitante tem a certeza de que é possível preservar e, ainda assim, colher bons frutos.
A produção só pode se encontrada nos supermercados de Nova Friburgo ou na Feira da Praça do Suspiro, aos sábados, das 7h ao meio dia.“Essa cidade entendeu o nosso trabalho, consome os nossos produtos e é muito generosa com a gente”, diz orgulhosa.
Visite o blog do Sítio Cultivar.
Localidade: Nova Friburgo
http://www.projetomaravilhas.com.br/finalistas/organicos-do-sitio-cultivar
 
 

“A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.

A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estad
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“A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.
A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estad
A comida se apresenta como elemento decisivo na identidade humana, e como um dos mais eficazes para comunicá-la”.
Massimo Montanari, historiador italiano.

A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
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A culinária é o vínculo mais resistente de uma cultura, depois da língua. As tradições culinárias de uma região representam sabores, saberes e técnicas que dizem respeito à identidade. Para conhecer uma cidade, a cozinha é o ponto de partida para capturar a essência do lugar.
O Estado do Rio de Janeiro, além de ser mundialmente conhecido pela sua beleza, história, cultura e hospitalidade, surpreende também pela riqueza e variedade gastronômica, espalhadas em 92 municípios.
Por aqui, temos de tudo um pouco. De pratos herdados da cultura indígena e portuguesa; influências das cozinhas francesa, italiana e africana; a produtos característicos que simbolizam uma região. Ao fazer um garimpo pelo Estado, descobrimos o que Carlos Drummond de Andrade chama de “tesouros culinários”.
O concurso “7 Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro” pretende revelar, e desvendar junto com os participantes,  que o Rio de Janeiro, além de belo, é gostoso. Não há apenas um prato que o represente, mas um tesouro de sabores à espera de ser desvendado, seja pelo carioca, ou pelo visitante numa viagem de encontro com a origem e a identidade.
Façamos um mapa da culinária fluminense, assim como Gilberto Freyre sonhou fazer com as regiões do Brasil em artigo publicado na revista O Cruzeiro em  24 de novembro de 1951. Ao final do texto o sociólogo convoca os leitores para a organização de um minucioso mapa: “É só me escreverem, indicando quitutes que deem fama aos seus municípios de origem ou residência. Procurem ser exatos e precisos. Acompanhem a indicação de receita. Assinem”.
Da mesma maneira, o concurso é uma chamada para iniciar o inventário gastronômico, e não deixar que as próximas gerações desconheçam a identidade cultural que revela a história do Estado.
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Produtor de Teresópolis adere ao selo ‘Produzido no Rio’

Postado em 21 agosto 2013. Tags: , , ,

Identificação foi criada com objetivo de valorizar produtos fluminenses

Os produtos de origem animal e vegetal do estado do Rio de Janeiro vão receber um selo de identificação de sua origem. A iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, pretende valorizar a produção fluminense divulgando aos consumidores a diversidade de itens comercializados. O selo “Produzido no RJ” foi lançado durante evento gastronômico no Rio de Janeiro, com a participação de produtores rurais de todas as regiões do estado, que participaram também de uma Rodada de Negócios com proprietários de restaurantes e de lojas dedicadas à gastronomia. A rica produção das agroindústrias familiares fluminenses também poderá ser vista na Feira de Sabores, uma novidade na edição do evento Rio Gastronomia deste ano.
Com produção média mensal de três mil quilos de mel, o apiário Serras Verdejantes criou uma linha de derivados da matéria prima

Apostando na ideia

 O empresário Adriano Rodrigues de Azevedo resolveu apostar na ideia e trouxe o selo para a sua marca, o ‘Mel Teresópolis’. Dono de um apiário na localidade de Pessegueiros, no 2º Distrito de Teresópolis, ele disse que sempre contou com a parceria do Governo do Estado. “A parceria do Estado sempre esteve presente, desde que nós iniciamos as atividades em Teresópolis. Essa ligação do município com o estado e do estado com o governo federal é interessante para que possa haver maior amplitude no trabalho da agricultura familiar, que é menos agressivo na questão ambiental”, avalia.
O empresário, que participou do lançamento do Selo no Rio, é responsável por uma produção aproximada de três mil quilos de mel por mês. Ele diz que o selo vai mostrar ao Brasil e á população fluminense que o estado produz mercadorias de qualidade. “Poucas pessoas sabem que o Estado do Rio produz muitos produtos que estão sendo vendidos e que tem qualidade. É importantíssimo que seja divulgado”, declara. “Muitos estados fornecem produtos para o Rio de Janeiro, quando nós aqui do estado produzimos de igual ou até melhor qualidade, como mel, queijos de cabra, embutidos e laticínios em geral”, detalha.
Para Adriano Azevedo, o selo vai mostrar que o Estado do Rio pode oferecer produtos de qualidade para todo o país

Conservação ambiental

O Apiário Serras Verdejantes, que produz o Mel Teresópolis e seus produtos derivados conta com seis funcionários e ainda é responsável por outros dez empregos indiretos. Fazendas e propriedades parceiras contribuem para a produção da matéria prima, contando com apoio técnico dos profissionais do apiário, que fazem a remoção do enxame para os pontos de produção.
Na avaliação de Adriano, o selo também é um incentivador da conservação ambiental. “Esse selo do Rio vem ao encontro desse anseio, desses produtores de desenvolver por um lado a produção e por outro, de associar a questão ecológica à sua produção, preservando esses ambientes, fazendas modelo, sítios para visitação, onde a natureza, tão constante no Estado do Rio, continua sendo mantida e não degradada”.
Satisfeito em levar o Selo do Rio na sua linha de produtos, Adriano recomenda que outros empresários também busquem a marca. Para ele, a iniciativa do Estado é louvável. “Sem dúvida e vejo que ela já chega atrasada, porque essas agroindústrias já tem dez, quinze anos, outras muito mais antigas ainda, fornecendo, produzindo com qualidade, empregando pessoas, preservando as vezes áreas na sua produção. A marca ‘Rio’ hoje é internacional e trazer esse nome para os produtos do estado é perfeito”, avalia.

Secretaria de Agricultura

Para a utilização do selo, o produtor deve entrar em contato com a secretaria de Agricultura e apresentar requerimento e documentos de certificado de registro do produto junto ao órgão competente responsável pelo controle de qualidade. Mais informações serão disponibilizadas em breve no site da secretaria. Dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail faleconosco@agricultura.rj.gov.br.